Negócios em Emersão  ·  Vamos Emergir?  ·  Cadastre-se e ganhe 50 REC de bonus

O navio de guerra que virou fliperama na Rio Innovation Week

Redação Recifes
14 visualizações
O navio de guerra que virou fliperama na Rio Innovation Week

O navio de guerra que virou fliperama na Rio Innovation Week. Enquanto o Pier Mauá discutia IA e fechava acordos bilionários, o NAM Atlântico, maior navio da América Latina, abrigou museu de videogame, final de esports universitário e escola gratuita de games para comunidades de baixa renda O post O navio de guerra que virou fliperama na Rio Innovation Week apareceu primeiro em Olhar Digital.

O que aconteceu

Um navio de guerra de 203 metros, o maior da América Latina, virou point de arcade por quatro dias.

Foi uma das cenas mais inusitadas da Rio Innovation Week 2026: enquanto o Pier Mauá recebia painéis sobre IA e acordos bilionários, o NAM Atlântico, da Marinha, abrigava um museu de videogame com consoles do Atari ao PS5 e o Sesc RJ montava um estande puxando pela cultura nerd pra falar de tecnologia e educação.

Na 6ª edição do evento, entre 4 e 7 de agosto no Rio, os games apareceram em pelo menos quatro pontos diferentes da programação: o museu no navio, a final da UniCup, uma escola gratuita de esports da FERJEE e o estande do Sesc RJ.

Por que importa

Os números em evidência (200 mi) ajudam a medir o impacto no dia a dia de empresas e leitores de Tech.

Consequência prática

Um museu dentro do navio Imagem: G1/ Reprodução Bem no meio do navio, um dos espaços mais concorridos da RIW 2026 era o Game Station.

O espaço reunia consoles organizados por década: o Atari 2600 e o arcade Computer Space representando os anos 1970, o Sega Master System 3 com Sonic nos 1980, Super Nintendo e Mega Drive nos 1990, PlayStation 1 e Xbox nos 2000, até chegar ao PlayStation 5, com partidas de EA Sports FC, e a uma área dedicada a jogos mobile.

Universitários disputam final dentro do navio Imagem: Game Station Arena/ Reprodução Além do museu, o navio também recebeu a final da UniCup, campeonato de esports universitário.

A disputa foi gratuita e aberta a quem estivesse no evento, com partidas de CS2, League of Legends, Valorant e EA Sports FC 26.

Um navio de guerra de 203 metros, o maior da América Latina, virou point de arcade por quatro dias. Com base em 200 mi, o movimento reforça a leitura de que decisões em Tech precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.

Foi uma das cenas mais inusitadas da Rio Innovation Week 2026: enquanto o Pier Mauá recebia painéis sobre IA e acordos bilionários, o NAM Atlântico, da Marinha, abrigava um museu de videogame com consoles do Atari ao PS5 e o Sesc RJ montava um estande puxando pela cultura nerd pra falar de tecnologia e educação. Com base em 200 mi, o movimento reforça a leitura de que decisões em Tech precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.

Na 6ª edição do evento, entre 4 e 7 de agosto no Rio, os games apareceram em pelo menos quatro pontos diferentes da programação: o museu no navio, a final da UniCup, uma escola gratuita de esports da FERJEE e o estande do Sesc RJ. Com base em 200 mi, o movimento reforça a leitura de que decisões em Tech precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.

Artigo originalmente publicado em olhardigital.com.br
Compartilhar:

Comentários

Seja o primeiro a comentar!